segunda-feira, 13 de dezembro de 2010

@ Férias , porre & um novo amor !

A Realidade Irrita ! 

A realidade é um bêbado jogado no chão, até que alguém bata na minha porta e prove o contrário.É a unha que descascou logo que você saiu do salão, toda feliz. É o barulho [insuportável] do telefone quando está descarregado.A realidade irrita. Irrita porque está ali na sua cara e muitas vezes você não quer ver ou vê coisas que não condizem com a sua concepção de realidade. Porque querendo ou não, a realidade é carne crua. Tem dias que eu visto minha fantasia de otária. Não é nada além de um kit composto de um sorriso de largura 7 cm e um olhar como se alguém tivesse jogado um tubinho de purpurina em você. Aquela coisa meio.. ãam '-'.. hiperbolicamente brilhante. E quer saber? É uma merda , dá vontade de mandar meia dúzia de gente tomar no c. e correr pra casa chorando, se trancar no quarto pra tomar um toddy e jogar playstation até ficar vesgo. Entenda. Pego ônibus as sete e dez e digo olá-árvores. Olá-pássaros. Olá-universitário-que-não-lavou-o-rosto-… E por aí vai, aquele jogo de sorrisos. O dia todo. Todos os dias. O ônibus que eu pego está sempre lotado de seres que moram em um mundo onde aparentemente não se vende desodorante. A escola está numa velocidade dez quilômetros por ano. Minha sobrancelha está mal feita. Eu confesso que não é exatamente a realidade que eu esperava encontrar. talvez isso mude. talvez você entre na minha vida sem tocar a campainha e me sequestre de uma vez. talvez você venha, e diga que me ama, mesmo antes de eu te dizer isso, e segure a mão, assim, ofegante, pra nunca mais soltar. talvez você ainda possa pular no rio e me salvar. mesmo sem saber, que sou eu que você precisa salvar de verdade. talvez eu precise dos meus amigos, de kate nash, florence, ou amy. claro, vai depender doque eu andei bebendo. talvez eu precise de uma pizza, de muita pepsi, m&m's, mentos, e cigarros baratos. ou talvez eu só precise de férias, um porre e um novo amor. talvez, eu só precise de você. *-*


, as vezes você dá dinheiro pra uma criança bem carente , que fica no sinal com cara de inocente , persegue ela , quando menos você esperar ela dá o dinheiro pra mulher que te colocou no mundo , e que não merece ser chamada de mãe ! , ta . ele chega com pouco dinheiro , e ele vira realmente um saco de pancadas , pra essa fdp ! & , quando ele não tem mãe , ele vai e compra drogas , você dá o dinheiro pra ajudar , e acaba o prejudicando , mais fácil você comprar uns lanchinhos no mcdonald's e da pra ele comer, ele vai ser feliz !  e matar a fome , que será que ele deve tar sentindo ? '-' . Vamo pro rio de Janeiro , que lá ta bombando , vai pra lá mermo , morrer de bala perdida , o lugar que vai bombar é o céu , cheio de alma ' ! Eu sou contra a  polícia no morro , num vou falar porque , se não vocês vão me chamar , de bandida ou traficante . UHEUHUHEUEH mais ae é você qe sabe , vai de carro && escreve nele atrás " porfavor não coloque fogo " , quem sabe não previne contra as forças do mal , aproveita e me shama de - Menina super poderosa , quem sabe eu num vou salvar você ! :B . Oi , o nome do meu cachorro é Pelé , e do seu ? ;s . ta isso morre aqui ! . 


Eu to cansada do mundo ser tão vasto pra eu me sentir só. queria diminuir tudo..
Fico aqui catando os caquinhos bons que sobraram de você e me esqueci de devolver pra te ajudar a tapar aqueles buracos cheios de coisas ruins que todo mundo fala que você tem,
não sei se falam pra me ajudar a tapar os buracos ruins que você fez surgir em mim, reciclar esses cacos de vez para começar a guardar os de outro.. ou se falam por acreditarem que esses cacos bons nunca existiram. mas a verdade é que nesses caquinhos bons que eu me cortei, eu conheci, detalhei, peguei e eles estão por aqui.. me esqueci e não quis devolver. apesar da força para fazer você se quebrar em mim de novo ser maior da de tentar colar eles.. eu tento deixar num cantinho pra ver se colam sozinhos, mas mexo todo o dia pra não deixar empoeirar, dar mofo. sujar ou feder mais do que essa situação já está suja e fede.
me preocupo com seus cacos que sobraram.. enquanto você vive muito no mundo vasto beijando e comendo umas vagabundinhas por aí, o mundo que eu queria que diminuísse pra caber só os dois. desnorteada. eu procuro o não saber pra evitar a dor de estomago que me consome com a fome sem a vontade de comer, evitar o frio de ser só.. pela falta daquele cobertor pra esquentar a minha falta de amor,  eu quero evitar seus caquinhos sim, mas eles foram tão bons.. tão bons.. que mesmo ali quebrados, limpinhos e sem utilidade, me causam aquele frisson de querer me cortar de novo.. de lembrar quando você se deixou quebrar e eu me cortei. “… Se não era amor, era da mesma família. Pois sobrou o que sobra dos corações abandonados. A carência. A saudade. A mágoa. Um quase desespero, uma espécie de avião em queda que a gente sabe que vai se estabilizar, só não se sabe se vai ser antes ou depois de se chocar contra o solo. Eu bati a 200 km por hora e estou voltando á pé pra casa, avariada. Não era amor, era uma sorte. Não era amor, era uma travessura. Não era amor, eram dois travesseiros. Não era amor, eram dois celulares desligados. Não era amor, era de tarde. Não era amor, era inverno. Não era amor, era sem medo.” (M.M)

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